03/05/2021 11:33

Após interlocução de Paulo Corrêa, Governo recria delegacia de crimes rurais e abigeato

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A interlocução do deputado Paulo Corrêa (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) junto ao governador Reinaldo Azambuja mais uma vez surtiu efeitos positivos para os produtores rurais e também para os consumidores sul-mato-grossenses.

Foi publicado, na quarta-feira, dia 28 de abril, o Decreto Estadual 15.659, que recria a Delegacia Especializada de Combate a Crimes Rurais e Abigeato (Deleagro), atendendo à pedido feito pela Casa de Leis, a partir de demanda da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul [Famasul] e sindicatos rurais, em reunião realizada no Parlamento no ano passado.

“Comemorando aqui algo conquistado pela Assembleia Legislativa. Agradeço ao Governo do Estado a publicação do Decreto que cria no organograma da Polícia Civil a Deleagro, é demonstrado que o governador Reinaldo Azambuja nos atendeu, pois nós fizemos com que houvesse conscientização de ser de extrema urgência a criação desta delegacia. Isso é importantíssimo para garantir a lei e a ordem em Mato Grosso do Sul”, frisou o tucano, durante a sessão plenária.

“Uma das funções da Deleagro é o combate do abigeato, que é o roubo de gado, e voltou a acontecer com frequência no Estado, entre outros crimes. Foi um pedido feito em reunião com o presidente Famasul, Maurício Saito, em conjunto com os agricultores, pois há também roubo de insumos e maquinários. Desejo sucesso, pois essa delegacia já existiu nos idos de 1980, quando o delegado tomava conta junto com os produtores rurais. Fato é que se disseminar o roubo, não seremos conhecidos pelo rebanho e melhor carne que temos, e sim pelos crimes”, destacou Paulo Corrêa.

Deleagro

Criada para reprimir e investigar crimes como o abigeato, que se trata de furtos de animais domésticos no campo e nas fazendas, principalmente de gado, subtrações de insumos, defensivos e maquinários agrícolas. Poderá também atuar nos delitos provenientes de crimes agrários, quando houver violência.

 

Fonte: Assessoria Paulo Corrêa