21/02/2021 12:42

Polícia Civil investiga suicídio em Amambai e assassinato em Tacuru

Em Tacuru homem com idade aparente entre 18 e 30 anos, foi encontrado decapitado em trilha. A cabeça desapareceu.

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Vilson Nascimento

Policiais civis lotados nas duas delegacias trabalham para apurar mortes provocadas por causas não naturais registradas nos municípios de Amambai e Tacuru.

Em Amambai o indígena Ricardinho Riquelme Vera, de 27 anos, morador na aldeia Amambai, foi encontrado morto pela própria mãe no interior da reserva indígena onde reside, fato ocorrido no início da manhã desse domingo, dia 21 de fevereiro.

Levantamentos preliminares realizados pela equipe de investigação indicam que o homem, que estava com um cinto amarado no pescoço, teria usado o próprio cinto amarrado em um galho de árvore para se enforcar, mas o cinto não teria aguentado o peso do corpo e se rompido.

Quando chegaram ao local os policiais se depararam com Ricardinho caído no chão, porém com o cinto ainda no pescoço. O caso foi registrado como morte a esclarecer.

Em Tacuru 

Em Tacuru a Polícia Civil apura a morte de um homem com idade aparente entre 18 e 30 anos, encontrado decapitado e já em estado avançado de putrefação.

O corpo, que estava em uma trilha denominada “Trilha Ecológica”, na região da Praça do Tereré, na periferia da cidade, foi encontrado por um jovem morador da cidade no final da tarde desse sábado, dia 20, que estava tomando banho em um riacho situado na região e ao sentir o mau-cheiro resolveu averiguar.

Segundo a Polícia Civil ao lado do corpo sem cabeça, que estava trajando apenas calça jeans e não portava nenhum documento, os policiais encontraram um machado, que pode ter sido utilizado para a prática do crime, porém a cabeça da vítima, que até agora não foi identificada, não foi encontrada.

De acordo com o delegado de Polícia Civil, Dr. Edgard Punsky, titular da Delegacia de Paranhos, mas que nesse final de semana responde pela Delegacia de Tacuru, o corpo foi encaminhado para o IMOL (Instituto Médico Odontológico Legal) de Ponta Porã para ser submetido a exame necroscópico.

À reportagem do grupo A Gazeta, Dr. Edgard informou também que requisitou ao IMOL para tentar identificar o cadáver por meio de identificação necropapiloscópica.

 

Fonte: A Gazetanews