06/09/2019 10:57

Quem entrará no Reino dos Céus? - Por Eloir Vieira

“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus” (Mateus 7.21).

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Muitas pessoas desconhecem a verdade sobre salvação, sobre quem entra e quem não entra no Reino de Deus. Para piorar, não são poucos os religiosos que pregam heresias, dizendo que no fim, Deus irá salvar a todos, sem exceção e todos entrarão no Reino. 

A verdade está na Bíblia Sagrada, e a Bíblia diz que precisamos dominar os nossos desejos carnais: “Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus” (Rm 8.8).

 

Deus oferece o seu Reino gratuitamente a toda a humanidade, porém, cada pessoa precisa se converter, renunciando as velhas atitudes pecaminosas e se tornando uma nova criatura em Cristo Jesus: “Jesus respondendo disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus” (Jo 3.3). A nossa vontade não é a vontade de Deus: “Portanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser” (Rm 8.7).

 

Não se entra no Reino de Deus por ter sido bonzinho, praticado caridade e religião; se a pessoa não se converter das suas iniquidades, não entrará no Reino dos céus. Jesus não as reconhecerá como seus servos: “Muitos me dirão naquele Dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome, não expulsamos demônios? E, em teu nome, não fizemos muitas maravilhas? E, então, lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade” (Mt 7.22,23).

 

Iniquidade é pecado: “Qualquer que pratica o pecado também pratica iniquidade, porque o pecado é iniquidade” (1ªJo 3.4). O mundo está no maligno: “Sabemos que somos de Deus e que todo o mundo está no maligno” (1ªJo 5.19). O mundo produz e oferece uma infinidade de produtos, naturais, carnais e virtuais, que levam as pessoas a se envolver e consumir, praticando iniquidades; e assim, se separam de Deus: “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (1ªJo 2.15-17).

 

Abrir mão das nossas vontades para fazer a vontade de Deus, é a cruz que temos de carregar: “Digo, porém: Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne. Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne; e estes opõem-se um ao outro; para que não façais o que quereis” (Gl 5.16,17). A vida com Cristo exige renúncias: “E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (Gl 5.24,25).

Fonte: Eloir Vieira