20/07/2020 10:29

Respeitando isolamento social, Escola João Rodrigues promove Festa Julina em Amambai

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Fotos: Divulgação

Em conformidade com as recomendações sanitárias acerca da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), a Escola Municipal João Rodrigues realizou uma Festa Julina virtual. Sendo uma instituição dedicada ao ensino de alunos na área rural de Amambai, a comemoração é uma tradição para a comunidade, ocasião capaz de promover a educação escolar e diversão dos alunos, bem como integrar suas famílias nas atividades. 

Conforme os responsáveis pela instituição de ensino, as atividades realizadas foram definidas após discussão virtual para respeitar o isolamento social, entre o setor pedagógico e a gestão escolar sobre o Planejamento e o Caderno de Atividades de julho. Professoras de cada disciplina tiveram liberdade para sugerir diversas ideias alinhadas ao tema da festa, e definiram as atividades que pudessem contribuir com o aprendizado das crianças.

Entre os destaques, constam atividades de Língua Portuguesa, oportunidade em que os alunos fizeram atividades teórica e prática com base em um texto instrucional elaborado pela equipe. Já os professores de Arte e Educação Física criaram bandeirolas, permitindo ao aluno terminar o seu varal de festa Julina para decorar sua casa de acordo com o tema.

Tendo em vista que Festa Julina não tem a mesma graça sem comidas, os realizadores optaram por entrar em contato com um de seus colaboradores, o vereador Dilmar Bervian. Considerado o padrinho da referida escola, o vereador se prontificou com as doações de pipocas a fim de garantir mais alegria e satisfação às crianças, um alimento perfeito para a ocasião.

São atendidos pela Escola Municipal João Rodrigues, em média, 220 alunos distribuídos entre a sede e as salas extensivas. Todos os pais receberam orientações, sacolinha das atividades e um pacote de pipoca para que festejassem com seus filhos.

De acordo com os organizadores, foram recebidas diversas fotos e vídeos com os cadernos dos alunos, mostrando crianças caracterizadas com roupas caipiras, dançando e comendo pipoca na segurança de seus lares. Foi um marco para a diretora da escola, Silvarina Ilenir Antunes Dutra, para os coordenadores e professores sobre a importância de proporcionar aos alunos e pais momentos de descontração neste momento de pandemia, sempre priorizando o ensino. 

Fonte: Marlon Antunes/ Grupo A Gazeta