23/10/2020 17:49

Dólar fecha em alta de 0,66% nesta sexta-feira, mas recua no acumulado da semana

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O dólar fechou em alta nesta sexta-feira (23), após um debate presidencial mais civilizado nos EUA entre o presidente Donald Trump e o seu adversário democrata, o ex-vice-presidente Joe Biden. A moeda norte-americana subiu 0,66%, vendida a R$ 5,6307. Na semana, no entanto, ainda acumula baixa de 0,22%. No ano,tem valorização de 40,42%.

“O debate presidencial dos EUA foi menos caótico do que o primeiro, mas ofereceu poucas informações novas para informar o resultado para os mercados”, disse o estrategista-chefe da AxiCorp, Stephen Innes. “Enquanto isso, a discussão relevante para as perspectivas econômicas pós-eleitorais foi limitada”, acrescentou, em relação ao desejo dos investidores em ver novos estímulos fiscais que ajudem a manter a recuperação na maior economia do mundo.

Os investidores seguem de olho nas negociações em torno de um novo pacote de estímulos nos Estados Unidos. Nesta sexta, a presidente da Câmara disse que ainda é possível obter outra rodada de ajuda para enfrentamento da Covid-19 antes da eleição de 3 de novembro, mas que cabe ao presidente Donald Trump agir se quiser finalizar em breve um acordo de mais alívio financeiro. Permanecem também as preocupações com o aumento dos casos de coronavírus no mundo.

No cenário local, o foco continua nas incertezas sobre a sustentabilidade das contas públicas e andamento da agenda de reformas em meio à pandemia. Na agenda de indicadores, a Fundação Getúlio Vargas mostrou o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) caiu 1 ponto em outubro, para 82,4 pontos, interrompendo uma trajetória de 5 altas seguidas.

Já o Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15), acelerou a 0,94% em outubro, segundo o IBGE. Trata-se da maior taxa para o mês desde 1995 e da maior alta mensal desde dezembro do ano passado. Em setembro, o índice marcava alta de 0,45%. No ano, a prévia da inflação acumulou alta de 2,31% e em 12 meses atingiu 3,52%, acima dos 2,65% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores, mas ainda abaixo do centro da meta para o ano, que é de 4%.

 

Fonte: Fiems