04/02/2020 07:58

Ronco e pausas respiratórias durante o sono podem ser sinais de alerta

A Physiomedica oferece para Amambai e região o diagnóstico e tratamento para apneia do sono

Is allowance instantly strangers applauded
Ricardo Azuma é fisioterapeuta e especialista do sono em Amambai. Foto Raquel Fernandes

Primeiro, vem o ronco, depois o sono fica cada vez mais fragmentado. O cansaço da noite mal dormida se acumula ao longo dos dias, até que, de repente, a pessoa pode acordar no meio da noite e perceber que parou de respirar.

A síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS) é um transtorno do sono comum e potencialmente grave. A via aérea torna-se repetidamente bloqueada pelo relaxamento dos tecidos da faringe e da base da língua, limitando a quantidade de ar que atinge os pulmões. De acordo com o fisioterapeuta e especialista do sono em Amambai, Ricardo Azuma, muitas pessoas nem imaginam que são portadores da síndrome.

O principal sintoma da SAOS é o ronco durante o sono. “ Este ronco é seguido por um período de silêncio, sendo observado posteriormente um suspiro ruidoso quando é retomado o ciclo respiratório.”, explica o fisioterapeuta.

Homens têm maior predisposição de desenvolver a doença. A incidência do problema em homens e mulheres só fica igual a partir dos 60 anos de idade, depois que as mulheres passam pela menopausa.

A apneia do sono pode gerar no indivíduo a sensação de cansaço pela manhã e sensação de sono não reparador, ainda que tenha tido uma noite de sono longa e aparentemente tranquila. Durante o dia ainda pode ocorrer dificuldade para a concentração ou até mesmo episódios de sono incontroláveis e isso ocorre pelos diversos despertares, mesmo que inconscientes, ao longo da noite.

Mas as consequências em longo prazo são a maior preocupação dos especialistas em sono: a apneia obstrutiva do sono aumenta muito o risco de hipertensão, diabetes, depressão, doença arterial coronariana e de morte por infarto ou derrame. 

Os sintomas mais comuns são:

Ronco alto ou frequente, pausas respiratórias presenciadas durante o sono, sons sufocantes ou ofegantes e sensação de sufocamento durante o sono, fadiga excessiva, dificuldade de concentração, dor de cabeça matinal, irritabilidade, sonolência durante atividades cotidianas.

O não tratamento desta doença pode causar uma série de consequências negativas para a saúde física e psicológica da pessoa, que podem ser fatais.

Diagnóstico

Entre as opções de diagnóstico mais usadas atualmente está a Polissonografia Domiciliar, que avalia o sono na casa do paciente e no conforto de sua cama, por meio do uso de um aparelho. A vantagem desse diagnóstico é avaliar o sono nas condições mais próximas possíveis da realidade, possibilitando também um tratamento muito mais direcionado e preciso.

Tratamento

Não há um medicamento específico para que o ar continue entrando facilmente durante o sono. Os tratamentos, então, variam. Comumente, a opção mais viável é um aparelho, chamado CPAP, que mantém o ciclo respiratório normal durante o sono.

Amambai passou a contar recentemente com uma empresa que, além de fazer o diagnóstico por meio da Polissonografia Domiciliar, oferece soluções para o tratamento da Síndrome. A Physiomedica oferece os mais modernos produtos para o tratamento do sono, entre eles o CPAP, que segundo Ricardo Azuma, constitui atualmente o método mais eficaz no tratamento da apneia obstrutiva ao normalizar o sono, reduzindo os riscos do surgimento de doenças associadas e promovendo qualidade de vida.

Associado ao CPAP, máscaras e acessórios da Philips Respironics, a Physiomedica oferece atendimento especializado garantindo um tratamento de excelência.

De acordo com o fisioterapeuta,  muitos de seus pacientes relataram enfrentar problemas familiares devido aos roncos altos e frequentes, e que com o tratamento a rotina se normalizou e os problemas foram resolvidos.

Se você apresenta alguns dos sintomas da Síndrome ou conhece alguém que sofre com esse distúrbio, procure a equipe da Physiomedica, localizada na Rua Ary Nunes da Silva, 949, próximo a rodoviária. Contatos: 3481-3023 (WhatsApp) e 99127 6922.

Fonte: Raquel Fernandes/Grupo A Gazeta