08/01/2021 16:18

Apesar dos obstáculos enfrentados no quadriênio, Dr. Bandeira recebe dele próprio a Prefeitura de Amambai com R$ 15 milhões em caixa

Esse volume de recurso, o maior já transferido de uma gestão para outra, vai possibilitar equilíbrio das contas no futuro obscuro que se desenha pelo impacto causado pela pandemia e iniciar novo mandato já planejando e executando ações de governo, segundo o prefeito.

Is allowance instantly strangers applauded
O prefeito de Amambai, Dr. Edinaldo Bandeira (PSDB). Ele passou mandado para ele próprio no dia 1 de janeiro como maior saldo em conta que o município já registrou em toda sua história político-administrativa. (Foto: Vilson Nascimento)

Vilson Nascimento

Apesar de todos os obstáculos enfrentados nos primeiros quatro anos de sua gestão, o prefeito reeleito, Dr. Edinaldo Bandeira (PSDB) chegou ao final de seu primeiro mandato (2017/2020) com as contas em dia e um dos maiores saldos passado de uma gestão para a outra na história político-administrativa de Amambai.

Em seu discurso de posse na última sexta-feira, dia 1 de janeiro, o médico ortopedista, que no começo de sua gestão chegou a ser questionando se, por ser médico, teria capacidade para administrar o município, mencionou que recebeu o governo municipal em 1 de janeiro de 2017 com as contas em dia e R$ 2 milhões em caixa.

Agora, 4 anos depois, ele passa a gestão para ele próprio com todas as contas pagas, inclusive os salários de dezembro e rescisões de contratos de comissionados e um saldo de R$ 15 milhões disponíveis nos cofres da prefeitura.

“Está ai a resposta para quem duvidava se um médico teria capacidade de administrar um município”, falou o prefeito ao destacar o apoio que recebeu da Câmara Municipal em seu primeiro mandato e a parceria, segundo ele incondicional, do então vice-prefeito, agora atual presidente da Câmara, vereador Valter Brito da Silva, foram fundamentais mentais para governar.

Gestão marcada por desafios e conquistas

Os primeiros quatro anos de Edinaldo Luiz de Melo Bandeira, o “Dr. Bandeira”, como prefeito de Amambai foi marcado por grandes desafios e muitas conquistas, principalmente no que diz respeito à saúde e infraestrutura urbana e rural, mas também enfrentou grandes obstáculos.

Nos primeiros dois anos de administração (2017/2018), a gestão do médico ortopedista teve pela frente o desafio de manter a mobilidade rural para o escoamento de safras e transporte escolar em meio a frequentes intempéries que provocaram a destruição de estradas e pontes em várias regiões do município.

Em 4 anos de governo, a administração de Dr. Bandeira enfrentou danos provocados por temporais, queda brusca de receita e agora passa pelo maior de todos os desafios já enfrentados por uma gestão em Amambai, que é o enfrentamento de uma pandemia de abrangência global.

Contracenando com os elevados prejuízos causados pelas intempéries, se desenvolvia a crise instalada no País por conta da desestabilidade do governo federal com cassação de presidente, que abalou a economia, contribuindo para queda de receita, fazendo reduzir em frequentes escaladas os repasses de recursos aos municípios, levando muitos deles inclusive a nem conseguir pagar a folha do funcionalismo, coisa que em Amambai a administração municipal não deixou acontecer.

Em 2019 a economia do País voltou a dar sinais de recuperação e com ela também os repasses federais como o FPM (Fundo de Participação dos Municípios) e a liberação de recursos de emendas parlamentares para obras voltaram a apresentar recuperação.

Chegou 2020 com a perspectiva de um ano promissor, mas ai veio com ele o novo coronavírus, uma pandemia de amplitude global que proporcionou a Dr. Bandeira e sua equipe de governo o maior desafio já enfrentado por um prefeito nas mais de 70 décadas de existência da administração política-administrativa de Amambai.

Com o objetivo de retardar ao máximo a chagada, posteriormente tentar desacelerar a disseminação do vírus, que para algumas pessoas, principalmente portadoras de comorbidades pode ser mortal, o prefeito teve que adorar medidas restritivas como suspenção de aulas, fechamento de comércio, determinação de toque de recolher e o uso obrigatório de máscaras, ações extremas e necessárias, que nenhum outro prefeito que administrou o município anteriormente se viu obrigado a adotar.

Inúmeras conquistas

Mesmo diante de tantos obstáculos administrativos e financeiros, o primeiro mandato de Dr. Edinaldo Bandeira frente a Prefeitura de Amambai chegou ao final com várias ações e grandes conquistas para o município.

O setor de saúde teve avanços importantes no que diz respeito à estruturação e o Hospital Regional de Amambai, que na atual gestão recebeu os maiores investimentos em infraestrutura deste a sua construção, se consolidou com referência para atendimento, não só a população de Amambai, mas também de toda a região.

No setor de infraestrutura urbana e rural, a atual administração é uma da que mais investiu em pavimentação asfáltica, levando asfalto e promovendo conforto e segurança para os moradores, além de valorização imobiliária para praticamente todas as vilas da cidade e no campo foi a gestão que mais conquistou pontes de concreto, favorecendo a mobilidade rural e o escoamento da produção agropecuária, o principal setor da economia do município.

Segundo Dr. Edinaldo Bandeira, que em seu primeiro mandato também ocupou cargos importantes em órgão externos com a 1ª vice-presidência da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul) e a presidente do Conisul (Consórcio para o Desenvolvimento da Região Sul de Mato Grosso do Sul), grande parte das inúmeras obras executadas, em execução e ainda a serem executadas em Amambai devem-se ao bom relacionamento da gestão municipal de Amambai como um todo, ai ele também sempre faz questão de mencionar a participação da Câmara de Vereadores e seu então vice-prefeito, Valter Brito, junto ao Governo do Estado e as secretarias estaduais, junto a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, por meio dos deputados estaduais e junto a bancada federal de Mato Grosso do Sul, em Brasília, ou seja, os deputados federais e senadores.

 

Fonte: A Gazetanews