Gazeta de Amambaí


Quinta-Feira, 29 de Novembro de 2018 às 18:02

Indústria gráfica de MS prevê crescimento de 2% do setor em 2019

Expectativa foi apresentada pelo presidente do Sindigraf-MS e presidente do conselho deliberativo da associação nacional do setor, com base em previsões otimistas para o país

Lideranças da indústria gráfica nacional se reuniram em São Paulo para avaliações do setor. (Foto: Abigraf/Divulgação)Lideranças da indústria gráfica nacional se reuniram em São Paulo para avaliações do setor. (Foto: Abigraf/Divulgação)

A indústria gráfica de Mato Grosso do Sul projeta uma evolução de até 2% em 2019 na comparação com este ano, diante das perspectivas para o cenário econômico brasileiro para o próximo ano. A expectativa foi apresentada pelo empresário Julião Flaves Gaúna, presidente do Sindigraf-MS (Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado) e que preside o conselho deliberativo da Abrigraf (a associação brasileira do setor).

Gaúna apresentou os dados na terça-feira (27), durante assembleia extraordinária da Abrigraf em São Paulo, que debateu tendências para o futuro na indústria gráfica. Segundo ele, o segmento deve fechar o ano com faturamento de R$ 94,7 milhões no Estado, conforme dados do radar industrial da Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul). Com a previsão, o resultado no ano que vem deve chegar a R$ 96,6 milhões.

 

“Na reunião, o tema principal foi, principalmente, as tendências para o futuro da indústria gráfica, quando tivemos palestra sobre como a Indústria 4.0 impactará no segmento. Além disso, as tendências econômicas para 2019 nos deram a possibilidade de projetar esse crescimento em torno de 1,5 a 2% para as indústrias gráficas brasileiras e, em especial, para as do nosso Estado”, destacou Gaúna. Hoje, Mato Grosso do Sul tem 299 indústrias gráficas e emprega mais de 1,2 mil trabalhadores com carteira assinada.

Tendências econômicas para o país permitem projeção de crescimento do setor gráfico, destacou Gaúna. (Foto: Abigraf/Divulgação)Tendências econômicas para o país permitem projeção de crescimento do setor gráfico, destacou Gaúna. (Foto: Abigraf/Divulgação)

Perspectivas – Durante a assembleia, foi proferida palestra com o professor e historiador Marco Antônio Villa, mestre em Sociologia, doutor em História Social pela USP (Universidade de São Paulo) e professor aposentado da Ufscar (Universidade Federal de São Carlos), com o tema “Do passado ao presente”, na qual foram avaliadas perspectivas de futuro para o país.

“O professor dissertou sobre a nossa história desde os anos 70, 80, 90 até os dias de hoje, quando o Brasil passou do regime militar para o regime civil democrático. Enfim, falou das muitas adversidades enfrentadas pelo país e de que o povo brasileiro é muito forte. Por conta disso, o historiador está muito otimista com o novo governo que será empossado em janeiro 2019”, relatou Gaúna.

Na noite de terça, a Abrigraf entregou o prêmio brasileiro de excelência gráfica Fernando Pini, que reconhece aspectos como qualidade, inovação e competitividade na indústria. Criado em 1991, ganhou notoriedade dois anos depois, sendo batizado com o nome de um dos mais brilhantes técnicos da indústria gráfica em 1995 (ano da morte de Pini) e destinado a empresas de todos os segmentos do mercado gráfico (embalagens, livros, revistas, impressos, jornais e outros, além de fornecedores de equipamentos e insumos) e profissionais (designers, publicitários e diretores de arte).

Fonte: Campo Grandenews

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